Petecão disse da tribuna da Casa que no último fim de semana o carro em que estava foi seguido e por isso solicitou a proteção. “O que acontecer comigo e com a minha família é de inteira responsabilidade das pessoas que hoje estão à frente do governo do meu estado”, disse.
“Nesse fim de semana, quando percorri vários municípios do meu estado, meus assessores e eu constatamos que estávamos sendo seguidos por um carro não identificado. A história do meu estado recomenda que, nesses casos, para que não aconteça o que aconteceu com o ex-governador Edmundo Pinto, assassinado em 1992, necessário se faz pedir a esta Casa providências no sentido de preservar a minha integridade física e a dos meus parentes”.
Jorge Viana atribuiu as críticas a disputas políticas. “Quero só lamentar. Aqui, Vossa Excelência está vendo, quase o senhor não é ouvido, porque nesta Casa o nome Tião Viana construiu uma respeitabilidade”, disse. “Agora, o clima ruim que existe no Acre é de um grupo de políticos que enganam muita gente. Enganam seus parentes, usam seus parentes, enganam o povo simples e se beneficiam da pobreza para subir. E essas pessoas agora estão tentando tomar o Acre de assalto, com mentira, com agressão”, completou.