O Golpe Militar de 1964, considerado pelas autoridades da época como a Revolução de 64, foi um dos momentos que marcaram o conjunto de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, e que culminaram no dia 1 de abril de 1964, com um golpe de estado que encerrou o governo do presidente João Goulart, também conhecido como Jango.
Jango, que era cunhado de uma das maiores lideranças da época, o ex-governador gaúcho e carioca Leonel Brizola, havia sido democraticamente eleito vice-presidente pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) na mesma eleição que conduziu Jânio Quadros do PTN (Partido Trabalhista Nacional) à presidência, apoiado pela UDN (União Democrática Nacional).
O golpe estabeleceu um regime alinhado politicamente aos Estados Unidos e acarretou profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social. Todos os cinco presidentes militares que se sucederam desde então declararam-se herdeiros e continuadores da Revolução de 1964, conforme registro da enciclopédia paralela Wikipédia.
O regime militar durou até 1985, quando Tancredo Neves foi eleito, indiretamente, o primeiro presidente civil desde 1960. Tancredo morreu antes de assumir e o substituto dele foi o então vice-presidente eleito José Sarney.
No canal “Opinião”, o Douranews reproduz diferentes pensamentos sobre esse período da história.