O deputado federal Marçal Filho (PMDB) divulgou nota pública para justificar o fato de não ter assinado o requerimento que foi apresentado para a criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) destinada a investigar o envolvimento de agentes públicos e privados com o empresário de jogos ilegais Carlinhos Cachoeira, preso desde fevereiro.
“Nesta mesma semana eu estava nos Estados Unidos, em missão oficial pelo Congresso, e por isso não assinei o documento para a instalação da comissão. Mas, já havia confirmado em entrevistas que sou a favor da investigação e me colocado à disposição para assinar e integrar a CPI que tem acusados de diversos partidos”, diz a nota, citando que “até mesmo a pessoa que esteve liderando este movimento, o deputado e delegado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) teve seu nome citado dentro das acusações do caso Cachoeira”.
“Quero ratificar minha posição favorável à instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito. Nesta semana estarei na Câmara para engrossar o grupo que busca identificar todos os envolvidos, sem esquecer a oportunidade de defesa a que todos têm direito”, conclui a nota de Marçal Filho.