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PSB reúne prefeitos em Brasília e prepara caminhada para 2014

30 de novembro 2012 - 20h49 Por Redação Douranews
PSB reúne prefeitos em Brasília e prepara caminhada para 2014

O presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, abriu nesta sexta-feira (30), em Brasília, o Seminário: Governos Municipais Socialistas – 2013/2016, com as presenças do vice-presidente nacional do partido, Roberto Amaral; do primeiro secretário nacional e presidente da Fundação João Mangabeira, Carlos Siqueira; do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; e do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, ambos do PSB.

Os líderes do partido no Senado, Lídice da Mata, e na Câmara dos Deputados, Ribamar Alves, assim como o deputado Romário (PSB/RJ) e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), também participaram da abertura do evento, no qual o PSB Nacional e a FJM reúnem os prefeitos eleitos e reeleitos pela sigla em 2012, com o objetivo de melhor prepará-los para assumir os cargos, em janeiro.

Eduardo Campos revelou que o resultado, extremamente positivo, do partido nas últimas eleições foi além do esperado pela própria direção do PSB e iniciou homenageando os mais de 600 candidatos socialistas que não se elegeram. “Eles ajudaram a plantar a nossa semente, a semente de um partido que cresceu muito porque se prepara há cinco anos para isso, com um intenso processo interno que buscou identificar nossas fragilidades e fortalecer nossas potencialidades”, enfatizou. O resultado, aponta ele, foi colher os frutos logo na primeira eleição majoritária após esse processo: “Nosso partido foi o que mais cresceu em 2012, o que mais elegeu prefeitos de capitais e o que alcançou o maior índice de reeleição de seus gestores” , enumerou, orgulhoso.

O presidente nacional da legenda escolheu o tema 'Por Um Novo Federalismo Brasileiro' para introduzir os novos prefeitos nos debates do Seminário. Para ele, a questão, que envolve a distribuição de recursos pela União a estados e municípios, é das mais urgentes para o Brasil atual, reforçada ainda pelo cenário de crise econômica internacional. “Vivemos uma crise fiscal e o tema do modelo de federalismo que precisamos é inevitável, embora polêmico e longe do consenso no mundo inteiro”, afirmou.