O deputado federal Marçal Filho (PMDB/MS) disse ontem (23) que a construção estruturação e funcionamento do HRD (Hospital Regional de Dourados), a grande expectativa dos douradenses e de toda a população da Grande Dourados, é uma questão de projeto e de nuances burocráticas “Em emenda de indicação minha em parceria com o senador Delcídio e o colega deputado Biffi, conseguimos o montante de R$ 17,8 milhões. E em audiência que realizamos em março deste ano o governador André Puccinelli se comprometeu em aportar mais R$ 20 milhões”, lembrou o parlamentar.
Marçal aponta que os únicos parlamentares da bancadaE do stado a apresentarem emendas na área da Saúde foram ele, Delcídio e Biffi e que além de Dourados, Campo Grande e Corumbá também receberam as emendas dos três, no OGU (Orçamento Geral da União) para 2013. “Pode-se fazer discurso e anunciar a construção do hospital, quem trabalhou para garantir recursos no Orçamento para isso.quem fez o u está fazendo algo tangível para que se torne realidade”, afirmou Marçal.
O deputado foi escolhido relator do Orçamento da União para a área da Saúde em 2014, e a questão vem sendo tratada diretamente com o Ministro da Saúde e a Casa Civil. “Tanto o ministro Padilha quanto à ministra Gleise Hoffman, têm sido sensíveis a este apelo da nossa região” explica o parlamentar.
O apoio de lideranças e autoridades para a realização desse intento é sempre bem vindo, mas, precisamos de mais que discursos. Precisamos de recursos. Já garantimos R$ 37 milhões e enquanto o projeto não fica pronto não há como saber se serão ou quantos mais recursos serão ainda necessários. Contudo, acredito que o Ministério da Saúde não terá problemas em viabilizar esse custeio. Como o ministro diz: É uma questão de projeto” conclui Marçal.
O deputado também tem trabalhado com afinco na CMO (Comissão de Orçamento) para construir um mecanismo jurídico que possibilite ao Governo Federal aumentar a aplicação de recursos para custear a saúde pública. “A ideia é o aumento do dinheiro da saúde em 10% do volume aplicado no orçamento do ano passado, o que daria à saúde um aumento de mais R$ 10 bilhões de reais. Estamos falando de legislação e de trabalho real pela saúde. Um volume que com toda certeza seria tangível para os bons gestores e também para a população que faz uso do SUS. Mas, não podemos esquecer que as administrações municipais fazem toda a diferença, basta compararmos municípios que facilmente vemos que uma boa gestão favorece a oferta de bons serviços.” completa Marçal.