Líderes de entidades voltadas à luta por moradia filiados ao PT usam critérios políticos na gestão de parte da verba de R$ 238,2 milhões repassada pelo governo federal pelo programa Minha Casa Minha Vida Entidades para a construção de casas populares em São Paulo. Em vez de priorizar a renda na escolha dos beneficiados pelas casas construídas com a verba pública, as associações beneficiam quem participa de atos e manifestações de sem-teto ao distribuir moradias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, reproduzidas neste domingo (29) pelo Terra.
Onze das 12 entidades que tiveram projetos aprovados pelo Ministério das Cidades são dirigidas por petistas. Entre os gestores dos recursos do programa estão funcionários que trabalham na gestão do prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), candidatos a cargos públicos e também uma militante morta há dois anos.