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Grupo de apoio a Bernal se reune na casa de Delcidio do Amaral

28 de dezembro 2013 - 13h32 Por Redação Douranews, com Midia Max
Grupo de apoio a Bernal se reune na casa de Delcidio do Amaral

Uma reunião na casa do senador Delcídio do Amaral (PT), realizada na noite de ontem (27), contou com a presença do grupo de apoio ao prefeito Alcides Bernal (PP), para discutir a votação de cassação do alcaide e a questão da governabilidade da capital sul-mato-grossense.

Participaram do encontro, além do prefeito Alcides Bernal e do senador Delcídio do Amaral, novos aliados e os antigos parceiros de Bernal. Estavam presentes o vereador Cazuza (PP); o líder do prefeito, Alex do PT; a vereadora Luiza Ribeiro (PPS); Edson Shimabukuro (PTB); Paulo Pedra (PDT); Dr. Jamal (PR) – estes três últimos, novos aliados de Bernal; como também os deputados federais Vander Loubet e Antonio Carlos Biffi (PT); o ex-presidente regional do Partido dos Trabalhadores, Marcos Garcia; a secretaria de Assistência Social e vereadora licenciada, Thaís Helena; e o ex-vereador Athayde Nery (PPS).

Pedra e Shimabukuro foram chamados depois que os indicados do PDT e PTB foram confirmados. A posse será na próxima segunda-feira (30). Segundo Shimabukuro, Delcídio pediu para eles não votarem pela cassação do prefeito, mas para ajudarem a corrigir os erros cometidos.

“Delcídio e Vander pediram para não votar pela cassação. Eles alegaram que o processo não é legítimo e, por isso, pediram para ficar do lado para corrigir os erros”, afirmou o vereador do PTB.

Pedra também disse que foi pedido apoio dos vereadores para manter Bernal na administração municipal. “O Delcídio, PT, PDT querem ajudar o prefeito para que Campo Grande saia dessa briga que só está prejudicando a população campo-grandense”, pontuou o vereador do PDT.

Relatório

Pedra afirmou que está analisando o relatório, mas não garantiu que vai votar a favor de Bernal, mesmo o seu partido sendo contemplado com uma indicação. “Falei para o Delcídio que até quarta ou quinta-feira vou me pronunciar sobre os pontos do relator. Tudo vai depender se tiver provas fundamentadas”, explicou.

Shimabukuro também vai aguardar a análise de Pedra para decidir seu voto. “O Pedra é advogado e está analisando o relatório. Se for grave não tem como negar. A princípio quero votar com a base, mas não posso ser incoerente”, justificou.