O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) desanimou quem esperava carta branca para indicações no novo governo. Reunido com lideranças do PPS, SD, PSD e DEM, partidos que o acompanharam desde o primeiro turno, o novo governador avisou que não aceitará indicação política para os cargos da administração, colocando fim a quem pensava em ser apadrinhado.
Segundo reportagem do jornal Midiamax, Azambuja ressaltou que já tem aliados participando da transição no primeiro e segundo escalão, mas voltou a deixar claro que os cargos não serão políticos e que as indicações para o próximo governo serão técnicas. O novo governador ainda não oficializou o nome de todos os secretários.
Até o momento, só cinco dos 13 secretários da nova estrutura administrativa proposta por Reinaldo Azambuja foram anunciados. No primeiro escalão, ainda faltam oito indicados, mas alguns já são dados como certos, como especulou o jornal, citando Maria Cecília Amêndola para a Educação, Nelson Tavares para a Saúde, Athayde Nery na Secretaria de Cultura, Ademar Silva Junior para a Produção e Agricultura Familiar, Sívio Maluf na Segurança e Maria do Carmo Avesani para a Secretaria de Habitação.
Já foram confirmados pelo novo governador o secretário de governo, Eduardo Riedel, a secretária de Assistência e Inclusão Social, vice-governadora eleita Rose Modesto, o chefe da Casa Civil Sérgio de Paula, o secretário de Fazenda, deputado federal eleito Marcio Monteiro e Marcelo Miglioli, que coordenou o programa de governo do candidato Reinaldo, como futuro secretário de Infraestrutura