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CUT diz que manifesto mostrou a cara da democracia em MS

14 de março 2015 - 13h15 Por Redação Douranews
CUT diz que manifesto mostrou a cara da democracia em MS

O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) de Mato Grosso do Sul, Genilson Duarte, avaliou, no final da tarde de ontem (13), que a classe trabalhadora atendeu o chamado das organizações sindicais e sociais e foi às ruas para defender o regime democrático brasileiro. “O vem pra rua classe trabalhadora mostrou que temos cara, temos voz e temos vez, pois somos unidos e jamais vamos deixar que a democracia de nosso país seja atingida por um grupo que possui intenções claras de tomar o poder pela força e ao mesmo tempo também temos capacidade de cobrar que o Governo Federal tenha comprometimento com a política de desenvolvimento e com o direito dos trabalhadores”, afirmou.

Segundo os líderes do movimento, ao final da manifestação realizada em Campo Grande nesta sexta-feira as forças policiais presentes confirmaram que mais de 10 mil trabalhadores, do campo e da cidade, de todo o Mato Grosso do Sul, tomaram as ruas da capital, em defesa da democracia, da Petrobras e pela Reforma Política. O ato se somou a mobilização organizada pelas centrais sindicais e pelos movimentos sociais de todo o Brasil.

Para o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Roberto Magno Botareli Cesar, ir para a rua lutar por direitos é o que a classe trabalhadora desse país mais sabe fazer. “Ocupamos com muito orgulho as ruas das principais capitais em defesa do que acreditamos ser essencial para o nosso país: a democracia, a Petrobras e a real e urgente necessidade de uma Reforma Política, que permita igualdade nas disputas eleitorais e o fim da corrupção”, disse.

Segundo a dirigente estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST/MS), Marina Ricardo Nunes, em Mato Grosso do Sul a unidade do campo e da cidade se fortalecem a cada luta juntos. “Unidos somos mais fortes e capazes de tocar a revolução que esse país tanto necessita. O MST sempre terá lado em suas lutas e sempre será o dos trabalhadores e trabalhadoras que sonham com um Brasil das reformas: agrária, política, urbana e tributária. Um país desenvolvido, com justiça social e soberania alimentar. Ocupamos, resistimos, produzimos e lutamos sempre”, conclui.