Quarenta e oito das 63 universidades federais do país têm a rotina afetada por greves que começaram a ser deflagradas na quinta-feira (28), de acordo com dados dos sindicatos. Balanço divulgado nesta sexta-feira (29) aponta que o movimento atinge instituições de 26 estados.
Segundo o Andes (Associação de Ensino Superior) e a Fasubra (Federação dos Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil), do total de 48 universidades afetadas, em 15 há greve conjunta de professores e técnico-administrativos. Em outras três instituições, apenas os professores suspenderam as aulas.
Em 30 universidades apenas funcionários (responsáveis por laboratórios, bibliotecas e áreas administrativas) pararam as atividades. Há ainda outras quatro instituições nas quais os técnicos decidiram, em assembleia, começar a greve na próxima semana.
Os servidores pedem reajuste salarial, reestruturação da carreira e aumento de investimentos nas federais. Ao longo dos próximos dias, professores e servidores das demais universidades federais devem fazer assembleias para decidir se participam ou não do movimento nacional.