O senador Waldemir Moka visitou dois municípios nesse final de semana para discutir projeto do PMDB para as eleições municipais de 2016. O senador afirmou que a legenda chegará em condições de disputar e eleger prefeitos, vices e vereadores em várias cidades.
Nos últimos dias, a legenda realizou encontros em 34 dos 79 municípios. Os membros do diretório estadual, segundo Moka, dividiram-se para estar em todos os locais. "Nosso partido é bem estruturado no Estado e nossa expectativa é a melhor possível", afirmou.
Na sexta-feira, o senador esteve em Porto Murtinho, acompanhado do ex-governador André Puccinelli e da deputada federal Tereza Cristina Corrêa da Costa (PSB), prestigiando encontros que reuniram membros dos diretórios municipais de outras duas agremiações: PSB e PSD.
Neste domingo (16), o senador Moka esteve em Dourados para participar da convenção do diretório municipal do PMDB, que reconduziu o deputado federal Geraldo Resende à presidência do partido. Além de filiados e militantes da legenda, os deputados estaduais Zé Teixeira (DEM) e Renato Câmara (PMDB), o vice-prefeito de Dourados Odilon Azambuja (PMDB), os vereadores Cido Medeiros, Silas Zanatta e Aguilera de Souza, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Dourados, Antonio Nogueira, e o suplente de senador Gino Ferreira também acompanharam o encontro.
Moka destacou a força do PMDB no Estado e sua capacidade de aglutinar forças para disputar qualquer eleição. “Aqui em Dourados nós vamos ter candidatura própria. Torço para que o meu amigo Geraldo seja indicado. Mas vou estar, de corpo e alma, com o candidato que o diretório escolher”, afirmou o senador.
Moka diz que o PMDB vai apoiar legendas parceiras onde não lançar candidatos próprios. “O PMDB é partido democrático e, onde não tiver candidato em condições de vencer, apoiará os de outros partidos aliados”, comentou.
Filiado ao PMDB desde 1978, ainda no MDB, o senador defende a fidelidade partidária como princípio fundamental para fortalecimento das representações políticas. “Tenho 37 anos de filiação a um único partido. Já tive embates duros dentro da legenda. Mas nunca pensei em abandonar as trincheiras, deixando o meu velho MDB sem soldados”, declarou Moka.