O senador Waldemir Moka (PMDB) é um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. A lista da 22ª edição dos “Cabeças” foi divulgada nesta segunda-feira (31) pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), que realiza o levantamento anual da atual parlamentar.
Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 62 são deputados e 38 são senadores, o que representa apenas 16% das duas Casas, com 594 membros. De Mato Grosso do Sul, além de Moka, aparece o senador Delcídio do Amaral (PT).
Moka, que está cumprindo o primeiro mandato de senador, foi incluído na relação pela capacidade como “articulador”. Não é a primeira vez que o senador peemedebista aparece em destaque em levantamentos sobre a atuação de senadores e deputados federais nos meios políticos de Brasília, com repercussão nacional.
Em 2011, Moka foi eleito o terceiro melhor senador do país por um levantamento do Necon (Núcleo de Estudos sobre o Congresso), organismo do Iep (Instituto de Estudos Sociais e Políticos) da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), divulgado todo ano pela revista Veja. Em 2014, nesse mesmo estudo, Moka foi o oitavo melhor.
No levantamento da UERJ, são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo. O Necon desenvolveu uma metodologia que observa todas as etapas de uma proposição, de sua origem à votação final, com peso específico em cada uma das fases.
“É muito importante estar nessa lista do Diap, na companhia de parlamentares de grande prestígio. Isso só aumenta minha responsabilidade para manter a linha que tenho adotado, de buscar sempre o diálogo, do entendimento por meio da palavra”, afirma Moka.
De acordo com o Diap, os “Cabeças” são aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou de algumas das qualidades e habilidades, como a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações de leis.