Buscar quarta-feira, 2 de setembro de 2026
(67) 99913-8196
Dourados
21°C
Política

Custará R$ 14,7 milhões ao Estado a duplicação da MS-080

06 de janeiro 2016 - 16h22 Por Aliny Dias/Douranews
Custará R$ 14,7 milhões ao Estado a duplicação da MS-080 Obras devem começar em 30 dias — Divulgação

Oito dias depois de divulgar a empreiteira vencedora do primeiro lote da duplicação da MS-080, o Governo do Estado publicou nesta quarta-feira (6) o resultado de licitação de mais um trecho da obra. A Construtora Industrial São Luiz S/A receberá R$ 6,1 milhões pelo trabalho. As obras devem começar em 30 dias.

Conforme a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), a empreiteira fará a readequação de tráfego, a duplicação, da Avenida Euler de Azevedo no trecho entre a Avenida Presidente Vargas e o anel rodoviário da Capital, no setor oeste.

A extensão da duplicação feita por essa empresa será de 2 quilômetros e se somados com os trabalhos da empresa Anfer Construções e Comércio, que venceu o primeiro lote, a duplicação total se estenderá por 4,5 quilômetros.

O primeiro lote custou ao Governo do Estado 8,6 milhões, o que significa que a obra toda consumirá R$ 14,7 milhões dos cofres estaduais.

Impasse

A licitação foi lançada pelo Governo do Estado em julho deste ano e houve atrasos em razão de análise que precisou ser feita pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) na proposta que primeiramente foi declarada como vencedora, da Weiller Construção Civil, do Paraná.

Depois dessa desclassificação, as empreiteiras Anfer e Construtora Industrial São Luiz S/A voltaram novamente à concorrência depois de terem recorrido. A análise das duas propostas demorou e, por isso, o resultado de um dos lotes só saiu hoje.

OBbras

A duplicação da avenida, que dá início à MS-080, é em trecho de 4,5 Km entre o cruzamento da avenida Presidente Vargas até a obra de continuidade do anel viário de Campo Grande.

Segundo o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), a obra de duplicação é necessária tanto devido o aumento do fluxo de veículos pela avenida com a instalação da UEMS ali - desde agosto deste ano -, quanto com a finalização do anel viário (apesar de não haver nenhuma data para entrega da intervenção). Nenhum imóvel deve ser desapropriado para as obras, conforme a Agesul.