O deputado federal Geraldo Resende (PMDB), um dos parlamentares que esteve reunido na terça-feira (8) com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski, voltou a pedir agilidade na definição do rito para o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Enquanto isso não acontece, o país fica parado, o próprio governo e o Congresso ficam paralisados”, salienta.
Como resposta ao pedido do grupo de deputados oposicionistas, Ricardo Lewandowski prometeu que colocará em pauta o mais breve possível o julgamento do recurso da presidência da Câmara contra o rito definido em dezembro por aquela Corte. Inclusive se comprometeu a marcar para a semana que vem o julgamento pelo plenário do STF, se o relator do recurso, ministro Luís Roberto Barroso, liberar o voto dele com rapidez.
“O presidente do Supremo afirmou que possivelmente na próxima quarta ou quinta-feira os embargos estarão sendo analisados e decididos. Assim, será definido o rito do impeachment, com a consequente instalação da comissão especial com essa finalidade”, salientou Geraldo Resende.
Além de se reunirem com o presidente do STF, os parlamentares da oposição afirmaram que vão continuar com a obstrução na Câmara até que seja concluído o julgamento naquela Corte. Para eles, a instalação da comissão do impeachment é prioridade “absoluta” para o país.
“A obstrução não é contra a decisão do Supremo. É a favor do Brasil”, salienta o deputado. Com assessoria