A presidente Dilma Rousseff distanciou-se nesta terça-feira (15) das declarações do seu ministro da Educação, Aloísio Mercadante, que admitiu mais cedo ter contatado o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral, investigado por envolvimento no escândalo do 'Petrolão', para discutir a delação premiada do senador.
Em nota do Palácio do Planalto, Dilma anunciou que "repudia com veemência e indignação a tentativa de envolvimento do seu nome na iniciativa pessoal do ministro Aloízio Mercadante", denunciado na delação premiada de Delcídio Amaral por oferecer apoio político e financeiro para que não cedesse à colaboração.