Terça-feira (29) será um marco para a situação política nacional. Segundo informações do G1 o PMDB deverá confirmar a sua saída da base aliada ao governo da presidente Dilma. Boatos dão conta que 11 diretórios estaduais já sinalizam a possível “quebra” com o governo.
Caso ocorra, poderá provocar um “efeito dominó” entre os outros partidos que compõem a base aliada do governo. O PMDB é o maior partido “aliado” do governo e sua saída preocupa Dilma e gera um desconforto frente a comissão especial do impeachment.
Cunha (PMDB – RJ), pelo que tudo indica, já articula nos bastidores um encurtamento para a data final para que a presidente entregue a sua defesa, ou seja, caso ocorra seções todos os dia, nesta semana, na Câmara, o prazo final será dia 4 de abril.
Hoje (28), Cunha convocou uma sessão deliberativa no plenário. Segundo análises é uma situação bastante incomum. O clima entre a presidente e suas bases aliadas está conturbado. Com o impeachment, batendo a porta, Dilma vem perdendo aliados e o que tudo indica, nem mesmo Lula, considerado o “Santo Graau” para por fim ao processo, deverá ser suficiente para evitar o inevitável.