O plenário do Senado iniciou às 9 horas (de MS) desta quarta-feira (11) a sessão que deverá decidir pela aprovação ou rejeição do relatório favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Uma hora depois, entretanto, até agora, os senadores não conseguiram apreciar o tema, porque a base governista tem aproveitado todo o tempo para pedir questões de ordem e questionar o rito definido pela mesa.
Para que o processo seja instaurado, dando início à fase de produção de provas e, posteriormente, ao julgamento da presidente, é preciso que estejam presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta).
A aprovação do relatório da Comissão Especial do Impeachment, de autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), exige maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. Por exemplo: se estiveram presentes 60 senadores, são necessários pelo menos 31 votos. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.