Olarte foi preso, sob suspeita de 'comprar' a cassação do prefeito Bernal — Foto: Arquivo
A denúncia da operação Pecúnia, que levou o ex-prefeito Gilmar Olarte (Pros) à prisão, já tramita na 1ª Vara Criminal de Campo Grande e traz um alerta do MPE (Ministério Público Estadual) à Justiça para que o ex-prefeito e a esposa, Andreia Olarte, continuem atrás das grades.
Com a renúncia do então prefeito afastado, o procedimento saiu da segunda instância do Poder Judiciário do Estado, que corresponde ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Para evitar tumulto, o juiz Roberto Ferreira Filho determinou que os pedidos de revogações de prisão tramitem à parte do procedimento investigatório criminal por lavagem de dinheiro. O magistrado também retirou o segredo de justiça.
Ainda endereçado ao TJ/MS, o parecer do Ministério Público, assinado pelo procurador-geral Paulo Cezar dos Passos, informa que não há qualquer certeza do resultado efetivo da instrução criminal com a soltura dos denunciados Gilmar e Andréia Olarte, segundo divulga o jornal Campo Grande News.