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"Faltam credenciais para Marquinhos ser governador"

Professor Leo revê apoio e reclama de abandono durante campanha

01 de outubro 2022 - 20h15 Por Redação Douranews
"Faltam credenciais para Marquinhos ser governador" professor leo

Se é quase “natural” que o primeiro dia útil após as eleições haja uma correria dos partidos para se regularizarem perante a justiça eleitoral, sobretudo no que tange à prestação de contas, pela bandas do AGIR, partido recém criado e que depois de muitas idas e vindas (apoiava o candidato Eduardo Riedel) pulou para o galho do candidato Marquinhos Trad, envolto até o pescoço em denúncias quase impublicáveis, a dor de cabeça deve ser maior um pouco para ficar quite com a Justiça Eleitoral e evitar uma eventual inelegibilidade tanto da cúpula (leia-se presidente Jeferson Bezerra e outros) como da base do partido, incluídos os que - assim como Jeferson, que disputa o Senado - disputam a eleição proporcional. “Sinceramente os fatos revelados mostram que o Marquinhos não possui as credenciais morais para governar o estado”, fustigou o professor. A campanha do AGIR foi marcada por críticas, por parte dos candidatos proporcionais, à c

nduta do presidente Jeferson Bezerra. A principal reclamação dos candidatos foi o “chá de sumiço” de Jeferson nos períodos finais de campanha. “Faltou transparência, diálogo. Nos sentimos usados e prova disso é que muitos desistiram das candidaturas por falta de material básico como ‘santinhos’. Falando por mim faço uma mea culpa e admito: confiei demais”, sapecou o candidato Professor Léo, um dos mais ácidos críticos à maneira como Bezerra conduziu a campanha.

“Nós queremos saber, em documentos oficiais, onde foram parar os recursos do Fundo Partidário e outras questões nebulosas e infelizmente creio que isso só vai ser esclarecido mediante a justiça eleitoral, já que tanto o candidato a governador como o presidente do partido nos deixaram a ver navios”, ponderou o candidato, que na eleição anterior disputou como candidato a vice prefeito na chapa encabeçada pelo advogado Wilson Matos.