Candidato Renan Contar, com criança no colo — Divulgação
O deputado Renan Contar, candidato do PRTB que avançou para o segundo turno na disputa eleitoral realizada domingo (2) passado para o Governo de Mato Grosso do Sul, foi o único dos candidatos do Estado a não assinar a carta da Fetems (a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), alegando não concordar com o fechamento das escolas cívico-militares, entre outros pontos que considerou controversos.
Entre as questões abordadas no documento, a Fetems pediu a revogação da reforma do Ensino Médio, do projeto das escolas cívico-militares e das escolas de tempo integral. A Federação também propôs que tenha participação ativa na elaboração do currículo escolar. Contar diz que o Plano de Governo dele foi feito com foco na valorização dos estudantes e profissionais da educação, e prevê, inclusive, equiparar o salário dos professores convocados ao dos concursados, proposta apresentada pelo adversário do segundo turno, o candidato Eduardo Riedel, do PSDB.
“Valorizar os administrativos e realizar concursos públicos para atender a categoria é um dos meus compromissos, além de honrar o piso salarial sancionado pelo Governo Federal, seguindo o que foi determinado. É um direito dos professores e nosso Governo vai cumprir”, prometeu o candidato do PRTB.