Fila de carros em frente ao quartel de Dourados — Reprodução/Sargento Prates
A direita agora tem uma trincheira. Em várias partes do Brasil, incluindo Dourados, a porta de entrada dos quartéis se transformou em ponto de manifestações pelo resultado das eleições do dia 30 de outubro.
A divisão praticamente ao meio dos votos do ex-presidente Lula com o atual presidente Bolsonaro, e que deu a vitória ao candidato do PT com menos de um por cento de diferença, resultou em questionamentos por todo o País.
Desde os pedidos de 'intervenção militar' até ao de realização de novas eleições, incluindo o boicote à diplomação do presidente eleito, transformaram os centros militares do Brasil em parte da trincheira da "resistência civil".
Um dos exemplos disso foi registrado neste domingo (6) pelo ex-candidato a deputado sargento Prates, que concorreu na chapa do candidato derrotado a governador de Mato Grosso do Sul pelo PRTB, capitão Contar, e um dos apoiadores da mobilização
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