À imprensa da Capital, Geraldo manda recado para Dourados — Reprodução
O deputado federal Geraldo Resende (PSDB), que retornou ao legislativo após quatro anos em que, mesmo eleito, ‘preferiu’ ficar na Secretaria estadual de Saúde, na ‘onda’ da pandemia da Covid 19, é responsável por gastar R$ 503,4 mil da cota parlamentar durante o primeiro ano de mandato na Câmara dos Deputados.
O ex-secretário estadual de Saúde destinou 61,6% para a divulgação da atividade parlamentar – equivalente a R$ 310,5 mil, dinheiro destinado para sites, blogs e jornais da Capital e alguns ‘parças’ de Dourados, conforme mostra o Portal da Transparência.
Além disso, o deputado que se dizia representante de Dourados, e agora desencantado com o eleitorado do Município, mesmo depois de ter recebido 15.283 votos na cidade, gastou mais de R$ 60,6 mil com combustíveis e R$ 50 mil com aluguel de carros.
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Outro que não economizou foi o douradense Rodoldo Nogueira, que cumpre o primeiro mandato pelo PL, após eleito na 'sobra' do líder nacional dos colecionadores de armas Marcos Pollon, ao contabilizar gastos superiores a R$ 473 mil, e priorizar apenas um único fornecedor na área de divulgação da 'atividade' no Município.
Confira o gasto de cada deputado em 2023
Vander Loubet (PT) - R$ 511.902,10
Geraldo Resende (PSDB) - R$ 503.424,52
Beto Pereira (PSDB) - R$ 498.674,13
Camila Jara (PT) - R$ 496.063,83
Rodolfo Nogueira (PL) - R$ 473.646,95
Dr. Luiz Ovando (PP) - R$ 457.563,03
Marcos Pollon (PL) - R$ 387.330,90
Dagoberto Nogueira (PSDB) - R$ 383.785,54
Total - R$ 3.710.849,35