Deputada tem as graças da militância para projeto Dourados — Divulgação
Há nove meses das eleições do dia 6 de outubro, quando os douradenses irão às urnas para escolher o novo prefeito e os 21 futuros vereadores para o mandato a partir de janeiro de 2025, a militância do PT ainda aguarda o “sim” da deputada estadual Gleice Jane Barbosa, por enquanto mais envolvida em emplacar boa atuação na Assembleia Legislativa e trabalhando a recuperação da síndrome de Guillain Barré adquirida no começo do ano passado.
Gleice é apontada como o nome “mais leve” e que melhor consegue agregar a militância e os movimentos sociais com os quais o PT se relaciona no Município. Até agora, de acordo com deliberações internas no partido, os nomes que despontam para futura convenção partidária, são os do atual vereador Elias Ishy, cumprindo o sexto mandato na Câmara e o do atual superintendente federal do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul, Tiago Botelho.
Em plenária realizada no final de 2023, filiados do partido com direito a voto chegaram a ensaiar o pré-lançamento da candidatura de Botelho, embalado pelos mais de 178 mil votos que o fizeram o terceiro candidato a senador mais votado nas eleições de 2022 em Mato Grosso do Sul. Faltou apenas um voto para que isso se concretizasse. O PT deixou em aberta a questão e ‘soltou nas ruas’ os dois nomes, de Ishy e Botelho, para tentarem convencer a militância e, posteriormente, se lançarem à opinião do eleitor em geral.
O professor universitário Tiago Botelho foi o coordenador do curso de Direito na UFGD e depois de disputar o Senado pelo PT, optou pelo apoio à candidatura do governador eleito Eduardo Riedel, do PSDB, adversário do capitão Contar, do PRTB, na disputa do segundo turno em Mato Grosso do Sul. Gleice Jane teve 9.767 votos nas eleições para a Assembleia e tornou-se primeira suplente da chapa em que foram eleitos Amarildo Cruz, Zeca do PT e Pedro Kemp. A morte de Amarildo deu-lhe a titularidade do mandato.