Tiago e Gleice com o novo vereador Franklin Schmalz — Divulgação
O candidato do PT à prefeitura de Dourados, Tiago Botelho, agradeceu a votação expressiva que recebeu nas eleições de domingo (6) passado juntamente com o candidato a vice, o ex-prefeito Laerte Tetila, após somarem 17.845 votos, ou seja, 14.48% de manifestações do eleitorado douradense, o que permitiu também ao PT dobrar o número de votos em comparação com 2020 e ainda eleger o segundo vereador.
Além de Elias Ishy, reeleito para o sétimo mandato, a legenda emplacou o jovem Franklin Schmalz, lideranças da causa gay no Município, e ainda colocou a indígena Cris Terena como primeira suplente. “Nós construímos novas lideranças e disputamos essa eleição contra o poderio econômico de um lado, e contra o uso da própria máquina pública, de outro”, lembrou.
“Nós viemos pra ficar e organizar um campo político forte e representativo em defesa da nossa cidade e das pessoas. Dourados tem que ser boa para todo mundo. Agradeço à minha mãe que coordenou minha campanha, ao ex-prefeito, Laerte Tetila, que não mediu esforços para nos ajudar nessa caminhada, à deputada estadual Gleice Jane, que não saiu do meu lado, ao presidente do Partido, professor Joca, que junto a outras lideranças do PT, militantes e simpatizantes, trabalharam de forma voluntária nessa linda jornada”, reconheceu.
Durante as comemorações na noite de domingo, no Gabinete da Esperança do PT, Tiago lembrou que a campanha de todos os candidatos do partido foi limpa, honesta, propositiva e que respeitou os instrumentos democráticos, como o debate eleitoral, e disse que o maior desafio foi a discrepância do Fundo Eleitoral frente ao candidato eleito.
“É com muito orgulho que fui o candidato a prefeito mais votado na Bororó e na Jaguapiru. Somos sujeitos que temos a estranha mania de ter fé na vida. Tivemos uma vitória política enorme. Nossa chapa foi plural e essa sempre será a política que nós acreditamos. Não vamos desistir de Dourados e, brevemente, vamos eleger uma mulher indígena, uma quilombola, uma mulher negra, uma migrante, uma servidora pública para a Câmara”, disse.