Além de atender à recomendação do Governo Federal, o HU/UFGD também deve atender aos padrões estabelecidos pelo REHUF (Plano de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais). A Portaria Interministerial nº 883 de 5 de julho de 2010 estabelece alguns desses requisitos, sendo que a taxa de ocupação segundo o Plano deve ser de 75% para o ano de 2011. Portanto, o HU atende às exigências do Ministério da Saúde e do REHUF.
Permanência
A taxa média de permanência em fevereiro de 2011 foi a menor desde dezembro de 2009, girando em torno de 4,6 dias. Quanto menor a taxa de permanência, maior o numero de pacientes que pode ser atendidos. O REHUF recomenda no máximo 7 dias e o contrato de gestão do HU com a prefeitura estabelece no máximo 8 dias. A taxa atual do HU é, portanto, pouco mais da metade do limite permitido. A clínica pediátrica teve taxa de permanência em fevereiro de 5,4 dias, número bem abaixo do limite permitido.
Com relação à maternidade, serviço transferido do Hospital da Mulher, essa taxa de permanência é tão baixa que possibilita ao HU trabalhar com uma taxa de ocupação dos leitos desse setor em 120% sem configurar super lotação em função da rotatividade dos leitos ser de aproximadamente nove vezes no mês, fato extremamente positivo para a saúde pública. O HU faz aproximadamente 275 procedimentos mensais na maternidade.