A ideia principal da ação é abordar o preconceito que os internos sofrem. “O manifesto foi feito para conscientizar a sociedade de que as pessoas com transtornos mentais devem ser incluídas na sociedade”, informa o aluno do curso, Diego Cassol, que participou da organização da peça teatral.
Na ação os acadêmicos simularam agressões que as pessoas com transtornos mentais sofrem pelos seguranças e médicos dos manicômios, métodos que não ajudam em nada na sua recuperação. Os estudantes apontam que o apoio familiar é muito importante para essas pessoas.
Diego Cassol falou sobre o preparo para a apresentação da peça. “Ensaiamos mais de seis vezes, mais de cinco horas de ensaio em dias alternados, mas valeu a pena, é por uma boa causa”, disse. O acadêmico também cita o aprendizado dos colegas, pois antes da apresentação foi feita uma palestra sobre a importância do dia 18 de maio, Dia da Luta Antimanicomial.
A coordenadora do curso de Psicologia, Thais Thomé Oliveira Pereira, destacou a relevância dessa discussão na comunidade. “Os profissionais da saúde ajudam a reinserir a pessoa na sociedade e é aí que o psicólogo ganha mais espaço” cita a professora.