O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, alertou para os riscos à saúde e à segurança dos consumidores associados ao uso de pilhas e baterias "piratas". Fabricados em países asiáticos, esses produtos apresentam um nível de mercúrio muito superior ao similar nacional e não seguem as especificações técnicas estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
- As pilhas piratas representam cerca de 40% do mercado brasileiro, adotam o mesmo nome ou apresentação semelhante a produtos já reconhecidos pelo mercado, não pagam impostos e duram dez vezes menos - comentou.
Esse alerta foi feito em audiência pública realizada, neste momento, pela Comissão de Assuntos Sociais. O debate visa instruir a votação do projeto sobre o descarte de pilhas e baterias usadas.