Na natureza, as características estimuladas pela testosterona são importantes na competição com outros machos por uma parceira. Uma vez que ele encontra uma fêmea e se torna pai, a agressividade se torna incompatível com a responsabilidade que a família representa, e os efeitos do hormônio ficam menos vantajosos.
Com menos testosterona correndo nas veias, os homens são mais propensos a assumir o papel de pais e ajudar a criar os filhos. Essa é uma necessidade particular entre os humanos, que na infância são muito mais dependentes do que outros mamíferos.
"Criar humanos é um esforço tal que requer necessariamente cooperação e nosso estudo mostra que os homens são biologicamente programados a ajudar no trabalho", explicou um dos autores do estudo, Christopher Kuzawa, da Universidade Northwestern, no estado norte-americano de Illinois.