“O índice de DST/AIDS nos idosos é muito alto, por isso promovemos esta oportunidade deles fazerem os exames. Eles precisam estar cientes que são suscetíveis a contrair doenças”, afirma a coordenadora do CCI Enedir Palombo Macena.
Ela lembra que durante as reuniões o assunto é amplamente debatido e ainda assim os idosos tendem a acreditar que não é um tema que faça parte da realidade deles.
Para a dona de casa Luiza Brito, 65, fazer o exame é importante para monitorar a saúde, ainda mais por nunca ter feito este tipo de análise. É o que acredita também o padeiro Eustáquio Valdovino, 67. Segundo ele, quem quer viver bem deve cuidar constantemente da saúde.
SAE/CTA
O atendimento especializado oferece assistência aos portadores de DST’s e hepatite viral, faz exames, orientações e encaminhamentos necessários, além de receber pacientes da macrorregião de Dourados. Os pacientes contam ainda com serviço odontológico e farmácia.
Mais exames
Recentemente, outro grupo de 40 usuários fez exames laboratoriais de rotina no laboratório da Unigran. Conforme a coordenadora, muitos têm dificuldade de acesso aos exames. “Como na Unigran é gratuito e não precisa apresentar a solicitação médica, fica mais acessível para muitos que frequentam o CCI”, explica.