O número de atendimento dos Centros de Atenção Psicossociais (Caps), segundo assessoria do ministério da Saúde, passou de 25 mil - média mensal de atendimentos no ano - em 2003 para 250 mil atendimentos mensais em 2011, considerando dados até outubro deste ano.
Para o ministro, o país vive uma epidemia de crack, o qual classificou como “ferida social”. “Temos que reconhecer que estamos sim tecnicamente diante de uma epidemia de crack em nosso país”.
Padilha disse que, em atendimento a uma orientação da presidente Dilma Rousseff, haverá uma “rede de retaguarda” de assistência a usuários que funcionará 24 horas por dia. “Os serviços de saúde têm que se responsabilizar 24 horas por dia porque a pessoa usuária de droga não escolhe a hora de ter uma crise de abstinência”.