Dadores vivos ou mortos que não foram monogâmico nos 12 meses anteriores à doação poderiam apresentar risco de transmissão de doenças como HIV, hepatite B e hepatite C.
A mudança foi proposta pelo Centers for Disease Control (CDC) and Prevention, que disse que a oferta de órgãos deve ser feita de forma mais segura, impedindo a transmissão acidental de infecções potencialmente fatais.
A ideia gerou polêmica entre os especialistas que temem a diminuição no número de doadores. "Com as novas diretrizes, cada estudante universitário nos Estados Unidos será de alto risco", disse o cirurgião da Universidade de Virgínia, Harry Dorn-Arias.