Para as mulheres chegar na terceira idade não é sinônimo de interromper a vida sexual e o nível de satisfação é alto mesmo após a menopausa. A maioria das participantes reportou ainda que o prazer e o orgasmo ainda são bastante presentes mesmo com a diminuição do apetite sexual.
É isso o que indica um estudo amplo – realizado durante um longo período de tempo – feito com mais de 800 mulheres com média de 67 anos e cujos registros de saúde foram acompanhados durante os últimos 40 anos. Os resultados foram publicados recentemente no periódico The American Journal of Medicine.
A pesquisa procurou saber o nível de atividade sexual mensal médio com os parceiros. E apesar da diminuição do número de atos sexuais mensais com a idade, aproximadamente 60% das mulheres entrevistadas indicaram ter desejo sexual em níveis considerados normais e também chegarem ao orgasmo sempre ou na maioria das vezes que fizeram sexo, independente dos sintomas normalmente associados com a menopausa.
Um resultado interessante foi que as mulheres mais jovens desse grupo e aquelas com idade mais avançada foram as que indicaram maior frequência de orgasmos.
“Aproximadamente metade das mulheres com idade próxima dos 80 anos indicaram ter lubrificação suficiente e chegar ao orgasmo na maioria das vezes. Na totalidade 1 em cada 5 mulheres desse estudo indicaram também ter um alto nível de desejo sexual. E ao contrário da hipótese mais aceita de que o sexo é sempre precedido de desejo, uma parte dessas mulheres indicou que o sexo era utilizado como forma de manter o relacionamento em dia, o que não quer dizer que elas não tinham prazer”, indicou Elizabeth Barrett-Connor, autora do estudo e pesquisadora da Universidade da Califórnia.
Independente dessa inversão na hipótese do “desejo leva ao sexo”, 61% de todas as mulheres entrevistadas – o que incluia aquelas sem parceiros ou que diziam não fazer sexo – afirmaram estar muito satisfeitas com sua vida sexual de uma maneira em geral.
É bom lembrar também, dizem os pesquisadores, que para parte das participantes a proximidade física, emocional e o sentimento de carinho era tão ou mais importante do que atingir o orgasmo.
É isso o que indica um estudo amplo – realizado durante um longo período de tempo – feito com mais de 800 mulheres com média de 67 anos e cujos registros de saúde foram acompanhados durante os últimos 40 anos. Os resultados foram publicados recentemente no periódico The American Journal of Medicine.
A pesquisa procurou saber o nível de atividade sexual mensal médio com os parceiros. E apesar da diminuição do número de atos sexuais mensais com a idade, aproximadamente 60% das mulheres entrevistadas indicaram ter desejo sexual em níveis considerados normais e também chegarem ao orgasmo sempre ou na maioria das vezes que fizeram sexo, independente dos sintomas normalmente associados com a menopausa.
Um resultado interessante foi que as mulheres mais jovens desse grupo e aquelas com idade mais avançada foram as que indicaram maior frequência de orgasmos.
“Aproximadamente metade das mulheres com idade próxima dos 80 anos indicaram ter lubrificação suficiente e chegar ao orgasmo na maioria das vezes. Na totalidade 1 em cada 5 mulheres desse estudo indicaram também ter um alto nível de desejo sexual. E ao contrário da hipótese mais aceita de que o sexo é sempre precedido de desejo, uma parte dessas mulheres indicou que o sexo era utilizado como forma de manter o relacionamento em dia, o que não quer dizer que elas não tinham prazer”, indicou Elizabeth Barrett-Connor, autora do estudo e pesquisadora da Universidade da Califórnia.
Independente dessa inversão na hipótese do “desejo leva ao sexo”, 61% de todas as mulheres entrevistadas – o que incluia aquelas sem parceiros ou que diziam não fazer sexo – afirmaram estar muito satisfeitas com sua vida sexual de uma maneira em geral.
É bom lembrar também, dizem os pesquisadores, que para parte das participantes a proximidade física, emocional e o sentimento de carinho era tão ou mais importante do que atingir o orgasmo.