O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) decidiu aceitar - e está até autorizando - que mulheres emprestem o útero a outras que queiram engravidar sem que seja necessária a relação de parentesco entre as duas.
A condição exigida, segundo reportagem do jornal do jornal Folha de S. Paulo, reproduzida hoje (19) pelo portal Terra, é que a mulher que fizer a barriga de aluguel não receba nada por isso.
O Cremesp já teria autorizado 15 pedidos com estas características, sendo cindo deles em casos de casais gays. Outros 16 pedidos estariam sendo analisados, diz a reportagem.
Segundo o jornal, a resolução do órgão apenas liberava casos em que houvesse parentes, como mães, irmãs e primas envolvidas. Nesse procedimento, o casal faz fertilização in vitro com os próprios óvulos e espermatozoides e, após a fertilização, o embrião é implantado no útero da mulher que será responsável pela gestação. Após nascer, o bebê é registrado com o nome dos pais biológicos.