A ativação da UPA 24 horas (Unidade de Pronto Atendimento) em Dourados foi uma das bandeiras levantadas pelo vereador Elias Ishy (PT) durante a sessão desta quinta-feira (14) na Câmara. O parlamentar cobrou explicações por parte do prefeito para o atraso na entrega da obra.
Segundo Ishy, essa unidade que de acordo com o Ministério da Saúde é “voltada ao atendimento de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares” já deveria estar em funcionamento. “Faço aqui uma cobrança que não é só minha, mas do povo de Dourados”, destacou. “O prédio está pronto desde o ano passado e não atende ainda”.
O vereador lembra que esse projeto é do governo federal e que o repasse de verbas já foi feito à administração municipal. “Um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff em que o município, mesmo com os recursos, tem a obra parada e inconsequentemente atrasando o seu funcionamento”, ponderou. “Campo Grande e Três Lagoas receberam os recursos na mesma época e as UPAs destes municípios já estão funcionando, e aqui está parado, enquanto muita gente fica nas filas, devido a precariedade da nossa saúde”.
Essa situação motivou Ishy a encaminhar requerimento ao prefeito Murilo Zauith (PSB) e aos secretários municipais José Jorge Filho (Governo) e Sebastião Nogueira Faria (Saúde). No documento o vereador requer informações acerca da justificativa para o atraso na ativação da UPA e qual a previsão para a entrega da obra e seu funcionamento, dentre outras.
Conforme o Ministério da Saúde, a UPA faz parte da Política Nacional de Atenção às Urgências e sua estratégia de atendimento “está diretamente relacionada ao trabalho do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação”.
Judoquinha
Outra reivindicação feita pelo vereador Elias Ishy durante a sessão desta quinta-feira diz respeito ao Projeto Judoquinha, que a Prefeitura pretende desativar. “Olha o presente que a cidade está recebendo, a desativação desse projeto que deu certo”, disse em plenário, onde cobrou explicações por parte da administração municipal. “Por que desativar um projeto que dá certo, barato e atende um grande número de estudantes?”, questionou. Com assessoria