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Délia Razuk quer trazer unidade da AACD para Dourados

22 de fevereiro 2013 - 12h45 Por Redação Douranews
Délia Razuk quer trazer unidade da AACD para Dourados

A vereadora Delia Razuk (PMDB) está iniciando uma luta com objetivo de trazer para Dourados os serviços da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

Ela solicitou à Mesa da Câmara que envie expediente ao prefeito Murilo Zauith (PSB), para que determine estudos a fim de viabilizar uma Carta Convite à AACD visando uma parceria para a implantação de um centro de reabilitação em Dourados.

A missão da AACD é promover a prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência física, especialmente de crianças, adolescentes e jovens, favorecendo a integração social e proporcionando condições de reinseri-los na sociedade.

“A equipe da Associação oferece atendimento no Hospital Abreu Sodré, e em Centro Médico, Ortopedia, Centro de Diagnóstico, Centro de Terapias, e o Centro de Reabilitação, o qual seria de primordial importância em Dourados”, observa a vereadora, lembrando que desde 1998, a entidade é assistida pela campanha Teleton, para arrecadação de fundos e, desde então, já foram construídos cinco novos centros de reabilitação, nas cidades de São Paulo, Osasco, Recife, Porto Alegre, Uberlândia, Nova Iguaçu e Poços de Caldas.

 CAM

A vereadora Delia também fez indicação ao prefeito Murilo e ao secretário de Saúde Sebastião Nogueira, solicitando profissionais de saúde para o Centro de Atendimento à Mulher. “O CAM passa por algumas dificuldades, que se sanadas, poderão melhorar o atendimento e a vida de muitos douradenses”, diz.

Segundo Delia, usuários apontam que o CAM necessita com urgência de um médico infectologista para atendimento no SAE-DST Aids e enfermeira para atendimento integral no Centro, já que atualmente possui apenas uma que atende somente quatro horas diárias. Conta também que existe pelo menos 120 pacientes aguardando para fazer vasectomia e o HU (Hospital Universitário) realiza apenas duas cirurgias por semana, “sem contar que existe mais de 400 processos já autorizados e depois de concluído tem validade apenas de dois anos”. Com assessoria