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Mais 3 mil médicos cubanos chegam ao Brasil a partir de amanhã

03 de novembro 2013 - 13h33 Por Redação Douranews
Mais 3 mil médicos cubanos chegam ao Brasil a partir de amanhã

O Ministério da Saúde informou que mais 3 mil médicos cubanos começam a chegar ao Brasil a partir desta segunda-feira (4). Os profissionais, divididos em dois grupos, estão inscritos na segunda etapa do Mais Médicos, programa do governo federal que tem o objetivo de levar profissionais brasileiros e estrangeiros para atender a população em áreas carentes das periferias de grandes cidades e no interior do país.

O primeiro grupo, formado por 2.600 médicos, segundo o ministério, desembarca no país até o próximo domingo (10). Os outros 400 profissionais chegam ao país a partir de 11 de novembro. Antes de começaram a atuar, eles irão cursar o módulo de avaliação do programa. Vão desembarcar 1.872 profissionais em Brasília, 300 em São Paulo, 236 em Fortaleza, 192 em Belo Horizonte e 400 em Vitória.

A presidente Dilma Rousseff sancionou no último dia 22 a medida provisória que instituiu o Mais Médicos. Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma afirmou que o programa é um “dos mais importantes” do governo federal.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a previsão é que os 3 mil médicos que comecem a atuar em dezembro. “Com esse reforço, o programa deverá beneficiar mais de 10,3 milhões de pessoas que vivem em regiões carentes onde faltam médicos, como o interior e as periferias de grandes cidades”, informou o ministério.

Também em nota, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o programa deve resultar em melhorias da assistência em atenção básica, resultando, entre outros pontos, na redução das filas nos hospitais.

“Enquanto houver brasileiros sem médico, vamos continuar trazendo profissionais para atuar no programa. O Mais Médicos é um primeiro passo para uma grande transformação na saúde do país. A melhoria da assistência em atenção básica aumenta o controle de doenças crônicas, reduz a mortalidade materna e as filas nos hospitais”, disse Alexandre Padilha.