Buscar terça-feira, 1 de setembro de 2026
(67) 99913-8196
Dourados
17°C
Saúde

Saúde debate nova classificação para os casos de dengue

06 de fevereiro 2014 - 16h09 Por Redação Douranews
Saúde debate nova classificação para os casos de dengue

A Secretaria estadual de Saúde está realizando desde segunda-feira (3), em Campo Grande, com representantes de vigilância epidemiológica e laboratórios dos 79 municípios, a I Oficina Estadual de Dengue. O objetivo do evento é capacitar os municípios de Mato Grosso do Sul sobre os diagnósticos laboratoriais da dengue, como coleta, acondicionamento e transporte de amostras e também abordar a nova classificação do Ministério de Saúde para os casos de dengue.

 A meta é reforçar as ações contra a dengue em todos os municípios do Estado reduzindo a frequência de casos e preparando os profissionais da área de vigilância no diagnóstico e tratamento da doença. Para a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria, Bernadete Lewandowski, a oficina é uma maneira de acompanhar de perto os trabalhos que cada município vem desempenhando contra a dengue e auxiliá-los nas áreas de atuação, seja laboratorial, controle de vetores ou atenção em saúde.

 “Mesmo contando com a participação dos municípios, é preciso que cada um faça a sua parte no combate à dengue. A população também deve ficar atenta aos criadouros que facilitam a proliferação do mosquito Aedes aegypty. As ações devem ser antecipadas principalmente com a aproximação do período de carnaval, onde as pessoas viajam para outros locais e acabam correndo o risco de pegar a doença”, ressalta a diretora.

A Oficina também abordará a nova classificação de casos de dengue, designada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), que simplifica o registro de notificações e dinamiza o atendimento nas unidades de saúde. Anteriormente designada como Dengue Clássica, Dengue com Febre Hemorrágica e com Complicações, o novo método de classificação classifica a dengue baseada nos sintomas como: Dengue Grave e Dengue com Sinal de Alarme.

 Os exames realizados a partir do atendimento inicial ao paciente servirão como padrão para a sua classificação, neste caso são analisados os sintomas visíveis, como sangramento, hipotensão ou choque, além das análises laboratoriais das amostras encaminhadas para exames.