A falta de macas para o atendimento de pacientes no HVida (Hospital da Vida), em Dourados, é um problema que se arrasta há meses e que tem comprometido a qualidade dos serviços prestados pelos socorristas e equipe que atende naquela unidade de saúde. Sem contar, muitas vezes, os constrangimentos de pacientes e familiares.
Na tentativa de buscar solução para o antigo problema, o vereador Cido Medeiros (DEM) indicou à Mesa da Câmara o envio de expediente ao superintendente do HE (Hospital Evangélico), Eliezer Soares Branquinho, com cópias ao prefeito Murilo Zauith (PSB) e ao secretário municipal de Saúde, Sebastião Nogueira Faria, solicitando providências.
O vereador observa que o problema é do conhecimento de todos, uma vez que matérias mostrando a situação daquele hospital têm sido veiculadas nos meios de comunicação do município e região. O contrato de prestação de serviços com o Evangélico vence no final deste mês.
Segundo Cido Medeiros, a situação faz com que socorristas do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) e do Corpo de Bombeiros acabem deixando as macas utilizadas nas ambulâncias para uso da unidade hospitalar. “Cobre um santo e descobre outro”, ilustra o vereador, para citar que, por conta disso, as unidades de atendimento móvel ficam sem o equipamento. “Reportagem mostra que, segundo o Corpo de Bombeiros, o hospital leva, em média, 7 horas para liberar a maca. Neste período a viatura não pode ser utilizada”, menciona.