O Ministério da Saúde negou, sexta-feira (7), a informação dada pelo embaixador em Cuba de que o governo brasileiro está negociando a contratação de profissionais da ilha para integrar o programa "Mais Especialidades", um complemento ao "Mais Médicos" implementado em 2013.
Através de uma nota, o Ministério assinalou que "estão equivocadas as informações" dadas em Havana pelo embaixador brasileiro, Cesário Melantonio Neto, que disse que o Brasil deseja receber mais médicos da ilha, particularmente "especialistas".
"Não há uma negociação em curso para a utilização de médicos especialistas cubanos nos programas do governo federal", afirmava o comunicado. Durante a campanha eleitoral da reeleição, a presidente Dilma Rousseff garantiu que o ‘Mais Especialidades’ era uma das prioridades do segundo mandato.
De acordo com o Ministério, o programa 'Mais Especialidades', "está em fase de planejamento" e sua iniciada "deve contar com serviços públicos, privados e filantrópicos para a realização de consultas, exames e procedimentos especializados". Para isso "serão utilizados médicos especialistas brasileiros" e reforçou: "neste momento não se contempla a utilização de profissionais estrangeiros", conforme registra a Agência Brasil