A força-tarefa da Secretaria de Saúde, já inspecionou 1.573 imóveis nas aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados. Nesses locais foram localizados e eliminados 98 focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus. Os trabalhos encerram na tarde desta quinta-feira (18) na Reserva Indígena.
Foram feitas roçadas em terrenos de escolas, residenciais, postos de saúde, associações, na área da Vila Olímpica, postos de saúde, igrejas, campos de futebol, no hospital da Missão Caiuás e na rotatória. Nesses locais também foram retirados materiais recicláveis e entulhos, através das caçambas e caminhões disponibilizados pela Semsur (Secretaria municipal de Serviços Urbanos).
Estão trabalhando na região agentes de endemias do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), servidores da Semsur, voluntários da Ong Observatório dos Direitos Indígenas, da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), lideranças indígenas e do Exército.
O foco principal da ação é orientar os moradores sobre a necessidade de eliminar criadouros com larvas do mosquito Aedes aegypti. Os agentes de endemias estão visitando todos os imóveis e verificado as reais condições. Além de orientar e fazer a eliminação dos possíveis criadouros com focos, utilizando larvicida, nas áreas mais críticas.
Conforme já enfatizou o secretário municipal de Saúde, Sebastião Nogueira, as orientações para eliminar os focos são fundamentais, uma forma de evitar que o mosquito nasça. “Nosso objetivo principal é orientar e ajudar os moradores a eliminar as larvas. Claro que vamos eliminar o mosquito adulto, mas o principal alvo é evitar o nascimento do inseto”, reforça.