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HOSPITAL REGIONAL

'Dourados não pode esperar mais", afirma Barbosinha

Governador em exercício autoriza R$ 34 milhões para terceira etapa

12 de janeiro 2024 - 11h15 Por Redação Douranews
'Dourados não pode esperar mais", afirma Barbosinha Barbosinha e comitiva percorrem instalações do Regional — Douranews

O governador em exercício Barbosinha assinou, na manhã desta sexta-feira (12), em Dourados, acompanhado do secretátio estadual de Infraestrutura, Helio Peluffo e do municipal de Saúde, Waldno Lucena, a Ordem de Serviço que prevê investimentos de R$ 34.494.777,06 na terceira etapa da construção do Hospital Regional com previsão para começar a funcionar no segundo semestre deste ano. Quando concluída, a unidade hospitalar terá disponibilidade de atender casos de média e alta complexidade de pacientes de 34 municípios, somando aproximadamente 1 milhão de habitantes.

Durante o ato, o vice-governador, indicado pela região de Dourados na chapa do eleito, Eduardo Riedel, disse que o governador “é realmente um homem diferenciado, vai terminar o mandato como o melhor governador deste Estado”. Disse que Mato Grosso do Sul mantém-se equilibrado e em situação estável neste início de ano. A secretária-adjunta de Saúde do Estado, Christine Maymonne, representou o titular Mauricio Simões.

“O governador pode viajar com tranquilidade, passar as suas férias sem sobressaltos, porque sabe que tem um vice disposto a colaborar, a ajudar, porque tem um vice leal, trabalhador e que continua tocando o Estado. MS segue caminhando e é assim que vamos continuar fazendo, até o último dia dos nossos quatro anos de mandato”, garantiu. O deputado federal Geraldo Resende e o estadual Renato Câmara acompanharam o evento em Dourados, juntamente com os vereadores Mauricio Lemes e Fabio Luis, secretários municipais e dirigentes de entidades.

Governador em exercício assina Ordem de Serviço para conclusão de hospital

Sobre a obra de construção do Hospital Regional, cuja primeira fase já está concluída e demandou investimentos da ordem de R$ 33,7 milhões, Barbosinha afirmou que o Governo poderia bem ter ativado esse setor, “mas obra concluída significa obra pronta, equipada, pronta para funcionar” e por isso o Estado está também construindo o Centro de Diagnóstico e Especialidades Médicas, atualmente com 49% executado e previsão de conclusão em julho; o total investido é de R$ 17.559.424,75. “Dourados e essa região não podem esperar mais”, observou o governador em exercício.

Sobre o hospital

Dourados tem atualmente 561 leitos hospitalares, entre clínicos, cirúrgicos, obstétricos e pediátricos, 26 leitos de UTI adulto e dez de UTI pediátrica, 15 unidades intermediárias neonatal, 18 uti neonatal, quatro isolamentos intensivo adulto e dois isolamentos intensivo pediátrico.

Entre recursos estaduais e federais, empenhados por meio de emendas parlamentares, as obras da terceira etapa do hospital demandam investimento de R$ 34,4 milhões. Conforme projeto, o prédio de 7.547 metros quadrados está dividido em três blocos e dois pavimentos. São 80 leitos, incluindo 21 leitos de apoio e 20 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), sendo dez adultos e dez pediátricos, além de quatro salas cirúrgicas e toda a estrutura administrativa.

A obra em andamento, do Hospital Regional de Dourados – construção com mais de 10,9 mil m² – terá ao todo 210 leitos distribuídos em diversas especialidades médicas: enfermaria masculina e feminina, isolamentos, UTI adulto, neonatal e pediátrica, além de leitos de observação adulto, centro cirúrgico e obstétrico, e ainda farmácia, unidade de nutrição, anexo de serviços, pronto atendimento e observação de isolamento, recuperação e pós-anestésica.

“Nós já estamos concluindo a primeira etapa que é a obra física. O Estado agora está providenciando a licitação da compra de equipamentos e também da contratação da organização social que vai administrar o hospital. Com a ordem de serviço para a terceira etapa, esperamos que o mais rápido possível, em julho ou agosto, a gente possa ter o início do funcionamento do hospital, se não na sua integralidade, mas ao menos na parte ambulatorial a gente já tenha o início do atendimento”, disse o governador em exercício.