Os brasileiros não dão muita atenção quando o assunto é proteção ou sigilo de dados armazenados em computador, já comprovaram estudos feitos nesse sentido. A quantidade de equipamentos de informática descartados no lixo contendo discos rígidos é uma prova real deste descuido, segundo o jornalista Ademir Machado, que há mais de três anos recicla computadores obsoletos ou descartados em centros de reciclagem “ou no lixo mesmo”, como ele define.
Conforme explicou o técnico, a maioria das pessoas ignora quando o assunto é mais técnico e acabam se desfazendo de computadores simplesmente por achar que está queimado e que nada mais funciona. “Isso é um erro, pois um computador ‘queimado’ pode ter apenas problemas com seu sistema operacional e mesmo que tenha um defeito nas placas, o disco rígido pode estar intacto, com todos os dados do proprietário”, alerta.
De acordo com o técnico, não é incomum encontrar micros no lixo com textos, monografias e especialmente fotos pessoais, da família, de viagens, etc. “Tenho princípios éticos e morais, de modo que quando encontro ou recebo como doação um equipamento, faço a formatação do HD, apagando todos os dados enocntrados”, disse Ademir Machado.
Uma sugestão que ele dá é que, antes de fazer a doação do equipamento para um projeto social, e no caso de doar o equipamento funcionando para alguém, o usuário deve procurar formatar totalmente o HD, por segurança. Ao invés de jogar no lixo, Ademir Machado pede para que as pessoas doem os equipamentos eletrônicos, pois além de se aproveitar muita coisa para seu projeto social, ele agora tem parceria com uma empresa séria, que recicla corretamente o chamado “lixo eletrônico”.
Mais informações sobre esse projeto podem ser obtidas pelo telefone 3427-0434 ou pelo e-mail [email protected].