Rio de Janeiro (-5,9%) e Ceará (-3,1%) também registraram recuos acima da média nacional. As demais taxas negativas foram observadas em São Paulo (-1,7%), Santa Catarina (-1,6%), Minas Gerais (-1,3%), Pernambuco (-1,0%) e Espírito Santo (-0,4%).
Na outra direção, a Bahia teve aumento de 12,6% na produção industrial, eliminando a perda de 11,4% acumulada nos meses de dezembro e novembro. Região Nordeste (5,7%), Goiás (3,3%), Rio Grande do Sul (0,5%) e Amazonas (0,1%) também assinalaram taxas positivas em janeiro de 2012.
A produção industrial brasileira, considerando todas as regiões, caiu 2,1% em janeiro ante dezembro.
Recuo
A produção industrial recuou em 7 dos 14 locais pesquisados na Pesquisa Industrial Mensal de janeiro, na comparação com janeiro de 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No total do País, a queda foi de 3,4% nesse tipo de comparação.
O resultado foi negativo em metade dos locais pesquisados, apesar de janeiro de 2012 ter registrado um dia útil a mais do que janeiro do ano passado, o que deveria favorecer a produção.
Os maiores recuos na indústria ocorreram em Santa Catarina (-10,3%), Rio de Janeiro (-9,2%), Pará (-8,5%), Ceará (-8,3%) e São Paulo (-6,3%). As demais taxas negativas foram vistas no Espírito Santo (-2,8%) e em Minas Gerais (-2,4%). O comportamento negativo de segmentos relacionados à produção de bens de capital (caminhões) e de bens de consumo duráveis (automóveis), que apontaram resultados negativos em função de férias coletivas, prejudicaram esses Estados. Houve ainda influência negativa dos setores extrativo (minérios de ferro), têxtil, vestuário e metalurgia básica.
Por outro lado, houve avanço acentuado em Goiás (25,4%), refletindo principalmente a maior produção do setor de produtos químicos (medicamentos). Os outros resultados positivos foram de Pernambuco (11,3%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (6,5%), Paraná (4,8%), região Nordeste (3,8%) e Amazonas (1,7%).