correa sessao
De bem com a vida, e à vontade no comando da Mesa Diretora, o deputado Paulo Corrêa mantém controle rígido da Assembleia Legislativa, junto com o primeiro-secretário da Casa, deputado Zé Teixeira. Agora juntos no ninho tucano, ainda mais.
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Depois de sete mandatos consecutivos, todos pelo PFL-DEM – almejando a oitava diplomação – Zé Teixeira se aproxima ainda mais de Corrêa, pelas mãos do governador Reinaldo Azambuja e formam a trinca de ferro do PSDB na chefia do Estado.
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Do comando da Mesa, Paulo Corrêa ainda encontra disposição para observações com detalhes sobre individualidades dos colegas parlamentares.
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Na sessão desta quinta (3), por exemplo, quis saber se o deputado Coronel Davi não estava no cortejo de recepção ao presidente Bolsonaro, e ao ser informado que o colega estava acompanhando a esposa em consulta médica, aparteou de pronto: “Seria bolsonarismo demais se o senhor não estivesse ao lado da esposa nessa hora”.
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Com o deputado petista Pedro Kemp, também ausente fisicamente, mas participando ‘em trânsito’ da sessão, Corrêa também quis saber se ele iria receber o presidente da República. Resposta, curta e grosa: “Não vou recepcionar o Bolsonaro!” Óbvio uLULAnte...
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Paulo Corrêa, defensor do pluripartidarismo militante, integra trincheira de apoio ao ex-secretário da Seinfra no Estado e aposta todas as fichas em Eduardo Riedel no segundo turno das eleições 2022 em Mato Grosso do Sul.