murilo indio
Projeto de autoria do deputado Murilo Zauith (PFL), aprovado em dezembro de 2002 pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, foi o mecanismo que instituiu a “obrigatoriedade da reserva de vagas para alunos indígenas na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul)”.
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Antes disso, registra a história, e o comprometimento do hoje vice-governador do Estado com a causa, a então Socigran instituiu, em 1998, o projeto “portas abertas” aos alunos indígenas, como única instituição particular de ensino de Mato Grosso do Sul a firmar essa modalidade de parceria com a Funai.
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Registra a história, ainda, e a própria atual Unigran relata agora, que 23 anos depois, o indígena Almires Martins Machado, que escolheu em 98 o Direito como opção de graduação, tornou-se o primeiro Professor Doutor da nação terena a assumir concurso público na UFPA, a Universidade Federal do Pará.
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Pioneira brasileira na reserva de vagas aos índios, a UEMS é a 6ª instituição do País com maior presença indígena e a 14ª com mais acadêmicos indígenas, percentual que oscila em torno de 5% de estudantes indígenas em relação ao número de matriculados na Universidade.
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Ah, e o Murilo ainda defende a tese de que as terras indígenas de Dourados deveriam ser desmembradas do mapa. Gente preparada para comandar o município - de ‘Jaguapiru’, ou de ‘Bororó’, ou de ‘Panambizinho’ - as universidades continuam produzindo!