O 'novo' Velho Chico: água, pra que te quero? — MDR
A velha máxima se repete: ‘Em casa onde falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão’.
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Esse é o resumo mais popular do resultado das urnas em Mato Grosso do Sul nas eleições do domingo (2), diferentemente do que apontaram as falaciosas e mal pagas pesquisas da reta final da campanha.
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Institutos que mostraram o ex-governador André Puccinelli disparado na frente na véspera da votação terão que explicar a estatística aplicada.
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Bem a propósito, o deputado reeleito por São Paulo, Eduardo Bolsonaro, o filho do homem, já avisou que vai pedir ‘CPI dos institutos de pesquisas’ na Câmara Federal. E agora lá não falta base para aprovar!
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O ‘bolsonarismo’, aliás, que se torna mais forte que o ‘lulismo’ após as eleições de domingo, ainda enfrenta algumas disparidades. A conferir:
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Veja o voto do Capitão Contar, ‘cão de guarda’ do presidente, em Campo Grande: 130.972 votos do total de 384.275 obtidos no primeiro turno. A mulher dele, Iara Diniz, somou 9.502 votos em todo o Estado para deputada [3.526 na capital], números que por sí só já bastam para gerar uma D/R em casa.
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A tão esperada transposição do Rio S. Francisco no Nordeste, um dos maiores feitos de Bolsonaro, renderam ao candidato-presidente 396 votos (10,25%) na cidade de Campo Grande da Paraíba, onde água não chegava nem em tempos de chuva. Lula recebeu 84,84%, ou 3.279 votos dos candangos.