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Bombeiros do Estado ficam em sexto lugar em Desafio mundial

25 outubro 2016 - 10h08

Bombeiros e médicos de Mato Grosso do Sul tiveram o melhor desempenho em prova rápida de resgate, promovida em Curitiba, no Paraná, pela Abres (a Associação Brasileira de Resgate e Salvamento). Novatos na competição mundial de salvamento veicular, bombeiros e médicos de Mato Grosso do Sul ficaram em 1º lugar em uma das três provas e ganharam troféu de melhor time rápido de desenvolvimento, segundo o ranking divulgado pela Abres.

O Desafio Mundial de Resgate (WRC – World Rescue Challengue) realizado no Parque Barigui, em Curitiba, terminou no domingo (23) e teve 58 equipes de resgate de 18 países. Mato Grosso do Sul participou com duas equipes que competiram nos três cenários de prova, além da equipe de trauma. Além de militares do Corpo de Bombeiros, médicos do Samu e da concessionária CCR MSVia também integraram as equipes, que tiveram apoio das três instituições.

Na classificação geral, a equipe do País de Gales ficou em 1º lugar nos três cenários (rápido, standard e complexo) e teve a melhor equipe de salvamento veicular, seguido do time de Portugal e da Espanha.

Além do bom desempenho no ranking, os representantes de Mato Grosso do Sul viajaram para o desafio mundial com objetivo de aprender técnicas novas no resgate de vítimas de trânsito. A participação também foi vista pelas equipes como exercício importante para aprimorar o atendimento à população e a integração entre bombeiros e médicos.

Preparação

Os bombeiros sul-mato-grossenses ficaram em 6º lugar em salvamento veicular entre os 22 estados brasileiros no 1º Desafio Nacional realizado na ESB (a Escola Superior de Bombeiros), em julho, em São Paulo, e foram selecionados para a etapa mundial graças ao bom desempenho na seletiva.

Desde então, as equipes treinaram simulando acidentes no pátio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) em Campo Grande. Eles usaram carros retidos para montar os cenários rápido, standard e complexo que seriam exigidos no campeonato mundial de resgate.

As equipes tiveram 13 militares, sendo 6 participantes em cada equipe de salvamento e um técnico em saúde. Eles se dividem também em uma equipe de trauma, composta por um médico e um técnico em saúde., o Palácio do Planalto decidiu que essas duas áreas deverão obedecer ao limite somente em 2018.

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