De acordo com informações do piscineiro Lourenço Martins de Almeida, todas as vezes que ele chega para fazer a manutenção da piscina acaba sempre por encontrar em seu interior os mais diversos tipos de detritos, tais como garrafas pets de refrigerantes e de bebidas alcoólicas; copos descartáveis; sobra de lanches, pedaços de panos e até mesmo camisinhas supostamente usadas e absolventes femininos. “É uma pena ainda existir este tipo de gente que não sabe o quanto é difícil manter limpa esta piscina”, disse Lourenço de Almeida lembrando que para manter a água límpida, a prefeitura gasta em média 700 reais por mês em materiais químicos.
O piscineiro conta que caso a fonte luminosa for instalada na piscina, o custo desta manutenção será maior, uma vez que ela (a fonte) não poderá receber em seus componentes de jorrar a água, produtos impuros como terra, areia entre outros detritos, pois correrá o risco de estragar o maquinário dela.
Por outro lado, a reportagem apurou que mesmo com um posto avançado da GM (Guarda Municipal) instalado no recém inaugurado CAT (Centro de Atendimento ao Turista), os vândalos mesmo assim agem, provavelmente na calada da noite, vindo a causar prejuízos para o erário público.
Além da piscina já é possível constatar que algumas lâmpadas instaladas na praça e algumas lixeiras também foram danificadas pelos vândalos sem que eles fossem identificados e detidos para responder pelo crime de danos e causar danos ao patrimônio público. “O correto seria aumentar o poder de fiscalização em toda a extensão da praça, principalmente nos banheiros tanto feminino como no masculino; nas lâmpadas e também na piscina, mais esse trabalho somente a guarda é que poderia realizar com maior rigor”, disse o piscineiro mostrando alguns objetos que ele havia retirado de dentro da lamina d´água assim que chegou para trabalhar por volta das 6h45 desta manhã de terça-feira.