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Avaliação Institucional na UNIGRAN: ferramenta de mudança

26 de maio 2011 - 14h31 Por Redação Douranews, com Decom
Avaliação Institucional na UNIGRAN: ferramenta de mudança

A Avaliação Institucional pode ser considerada um “termômetro” das ações realizadas na UNIGRAN. É ela um dos meios mais eficazes de medir as potencialidades ou mesmo as possíveis fragilidades da Instituição. Para obter bons resultados, o processo precisa ter a participação de todos os setores e segmentos da comunidade acadêmica da Instituição como, por exemplo, acadêmicos, professores e demais funcionários.

O procedimento é realizado em várias etapas. “O que está em andamento agora é um processo de sensibilização dos alunos, que na maioria das vezes ainda não participaram de uma avaliação como esta e desconhecem diversos aspectos do seu desenvolvimento”, aponta a coordenadora da comissão responsável pela avaliação, Maria Alice Fernandes Mello.

É por meio de um questionário que a opinião de cada um é registrada. “A importância disso tudo está no fato de que, respondendo de forma consciente, o acadêmico poderá melhorar aspectos que acredita não estarem adequados na Instituição. O sistema tem dado tão certo que o processo realizado pela UNIGRAN serve de modelo para outras instituições e é recomendado pelo MEC”, diz a professora

Hoje , o processo de Avaliação é uma exigência do Ministério da Educação (MEC), mas a UNIGRAN já realiza a ação bem antes desta obrigatoriedade surgir, desde 1997,  isso pela ciência dos benefícios que a ação traz. “Quando existe seriedade no preenchimento do questionário, porque existe espaço para ele [o acadêmico] dizer o que acha que está satisfatório e o que é pode ser melhorado e ele faz isso com responsabilidade, sendo verdadeiro, nós obtemos um resultado que mostra realmente o que é que está sendo forte, o que é que funciona bem e onde estão as fragilidades, onde nós precisamos criar ações para reverter a situação. Isso só traz benefícios para para a comunidade acadêmica de um modo geral, em especial ao aluno”, resume Maria Alice.

Após a realização do questionário, a Comissão, formada por dois representantes de cada segmento relacionado à Instituição, elabora um relatório. Portanto, todos têm voz na hora de decidir o que deve e o que não deve ser modificado. Este relatório é, então, apresentado à Reitoria e as melhorias são realizadas. “Essa voz se mostra presente e aceita na Instituição e essas ações para quebrar as fragilidades estão contribuindo muito para os avanços nos cursos e isso tem contribuído para que as notas também tenham avanços”, conclui a professora.