Segundo o professor, o problema se apresenta de forma grave na altura dos números 1.685 e 1.695, defronte a unidade da Brasil Telecom, onde uma valeta vem aumentando e já impede a entrada de veículos em uma das residências.
“Além de não termos uma solução para a verdadeira cratera que se abriu no local, somos ainda obrigados a vê-la crescer a cada chuva, assim como convivermos com o constante risco de acidentes que ela provoca”, diz Rogério, acrescentando ainda que “além de não podermos entrar em casa vemos o lixo se acumular dentro dela”.
O aumento da “cratera” provocou o estreitamento natural da pista de rolamento e hoje os veículos que passam pelo local são obrigados a esperar se outro carro estiver passando pelo local. “Se tornou perigoso dois carros passarem no trecho ao mesmo tempo”.
Ao final, Rogério lamenta a situação enfrentada “pelos moradores douradenses que pagam em dia seus impostos”, cobrando uma ação emergencial para “que não tenhamos que continuar com o constrangimento de, sequer, poder entrar em casa”, finaliza.